Brennan Manning, autor consagrado pela obra "O Evangelho Maltrapilho" fala sobre a importância de entendermos como Deus nos ama.
"Por causa dos últimos 48 anos que fui emboscado por Jesus, numa pequena capela no oeste do estado da Pensilvânia, e por causa das milhares e milhares de horas de dedicação à oração, meditação, silencia e solitude durante esse anos. Estou totalmente convencido que no dia do julgamento, o Senhor Jesus fará a cada um de nós só uma pergunta e uma pergunta somente: - Você creu que eu lhe amava? Que eu lhe desejei? Que eu lhe aguardei dia após dia? Que eu ansiava por ouvir o som da sua voz? Os verdadeiros crentes responderão: “- Sim, Senhor Jesus, eu cri no seu amor e procurei moldar a minha vida como uma resposta a este amor”. Mas tantos de nós que são tão fiéis em nosso ministério, nos nossos costumes, no nosso freqüentar a Igreja, terão de responder: - Francamente, eu não, Senhor. Na verdade eu nunca cri, ouvi sim, uns maravilhosos sermões e uns ensinamentos sobre o seu amor. E eu até mesmo dei aulas sobre isso. Mas eu pensei que era só um jeito de falar, uma mentirinha amável. Alguns cristãos piedosos me incentivaram com uns tapinhas nas costas. E aí está a diferença entre os cristãos verdadeiros e os cristãos nominais, que povoam as igrejas do nosso país. Ninguém como um crente pode mensurar a profundidade e a intensidade do amor de Deus. Mas, ao mesmo tempo, ninguém como um crente pode medir a eficácia com que o pessimismo, a melancolia na escuridão, a baixa consideração, a ausência de auto-estima, o ódio próprio e o desespero nos bloqueiam do Seu amor. Você percebe como é importante abraçarmos esse fundamento crucial da nossa fé? Porque você só será tão grande quanto o seu próprio conceito de Deus. Lembram da famosa frase do filósofo francês Blaise Pascal? “Deus fez o homem à sua semelhança e o homem, em retribuição, fez Deus à sua imagem” Tornamo-Lo mesquinho, bitolado, rude, legalista, julgador, sem sentimentos, não perdoador e tão odioso como somos todos nós! Nos últimos anos tenho pregado para a comunidade financeira de Wall Strett-NY, para academia da Força Áerea no Colorado, em milhares de visitas a Nairobi, estive em igrejas, em todos os cantos dos EUA, literalmente. E, honestamente, o Deus que me tem sido apresentado é pequeno demais para mim. Porque ele não é o Deus da Palavra, o Deus que se revela através de Jesus, e que neste momento vai até você e diz: - Eu tenho uma palavra para você. Eu conheço toda sua história de vida, todos os esqueletos em seu armário, todos os momentos de pecado, de vergonha, de desonestidade e amor degradante que escurecem seu passado. Eu sei que agora mesmo você está com uma fé superficial, uma vida de oração frívola e discipulado inconsistente. E a minha palavra para você é esta: Desafio-lhe a confiar que Deus te ama do jeito que você é, e não do jeito que você deveria ser. Porque você nunca será como deveria ser."
"Por causa dos últimos 48 anos que fui emboscado por Jesus, numa pequena capela no oeste do estado da Pensilvânia, e por causa das milhares e milhares de horas de dedicação à oração, meditação, silencia e solitude durante esse anos. Estou totalmente convencido que no dia do julgamento, o Senhor Jesus fará a cada um de nós só uma pergunta e uma pergunta somente: - Você creu que eu lhe amava? Que eu lhe desejei? Que eu lhe aguardei dia após dia? Que eu ansiava por ouvir o som da sua voz? Os verdadeiros crentes responderão: “- Sim, Senhor Jesus, eu cri no seu amor e procurei moldar a minha vida como uma resposta a este amor”. Mas tantos de nós que são tão fiéis em nosso ministério, nos nossos costumes, no nosso freqüentar a Igreja, terão de responder: - Francamente, eu não, Senhor. Na verdade eu nunca cri, ouvi sim, uns maravilhosos sermões e uns ensinamentos sobre o seu amor. E eu até mesmo dei aulas sobre isso. Mas eu pensei que era só um jeito de falar, uma mentirinha amável. Alguns cristãos piedosos me incentivaram com uns tapinhas nas costas. E aí está a diferença entre os cristãos verdadeiros e os cristãos nominais, que povoam as igrejas do nosso país. Ninguém como um crente pode mensurar a profundidade e a intensidade do amor de Deus. Mas, ao mesmo tempo, ninguém como um crente pode medir a eficácia com que o pessimismo, a melancolia na escuridão, a baixa consideração, a ausência de auto-estima, o ódio próprio e o desespero nos bloqueiam do Seu amor. Você percebe como é importante abraçarmos esse fundamento crucial da nossa fé? Porque você só será tão grande quanto o seu próprio conceito de Deus. Lembram da famosa frase do filósofo francês Blaise Pascal? “Deus fez o homem à sua semelhança e o homem, em retribuição, fez Deus à sua imagem” Tornamo-Lo mesquinho, bitolado, rude, legalista, julgador, sem sentimentos, não perdoador e tão odioso como somos todos nós! Nos últimos anos tenho pregado para a comunidade financeira de Wall Strett-NY, para academia da Força Áerea no Colorado, em milhares de visitas a Nairobi, estive em igrejas, em todos os cantos dos EUA, literalmente. E, honestamente, o Deus que me tem sido apresentado é pequeno demais para mim. Porque ele não é o Deus da Palavra, o Deus que se revela através de Jesus, e que neste momento vai até você e diz: - Eu tenho uma palavra para você. Eu conheço toda sua história de vida, todos os esqueletos em seu armário, todos os momentos de pecado, de vergonha, de desonestidade e amor degradante que escurecem seu passado. Eu sei que agora mesmo você está com uma fé superficial, uma vida de oração frívola e discipulado inconsistente. E a minha palavra para você é esta: Desafio-lhe a confiar que Deus te ama do jeito que você é, e não do jeito que você deveria ser. Porque você nunca será como deveria ser."
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