quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Fazer a vontade de Deus em toda e qualquer situação

Testemunhas inocentes, muitas vezes, são atingidas pelos erros e pecados de outras pessoas. Acontecem desastres que podem nos afetar por toda vida, mesmo quando nós não somos responsáveis pelos episódios que ocorreram. Quando nós sofremos inocentemente ou injustamente, só podemos nos recuperar dos problemas que suportamos quando encaramos a realidade de nossa situação. Daniel e seus amigos foram testemunhas inocentes. Eles foram exilados na Babilônia por causa da prolongada desobediência de Judá a Deus. Mais eles não permaneceram vítimas. Com coragem e fé em Deus, eles encararam a realidade do exílio e viveram prosperamente, mesmo para os padrões babilônicos. A recuperação deles nos dá entendimento para lidar com as circunstâncias desfavoráveis na nossa vida. Após terem sido levados de Jerusalém até a Babilônia, Daniel e seus três amigos foram treinados para servir no governo da Babilônia. Os homens que os prenderam, muitas vezes pediam que eles fizessem coisas que era contrária à vontade revelada de Deus. Para protegerem o relacionamento deles com Deus, Daniel e seus amigos estabeleceram limites para seu comportamento, cada um deles seguiu o programa de Deus para sua vida, mesmo que isso não estivesse de acordo com as ordens de quem os prendeu. Deus protegeu esses jovens cheios de fé das leis estrangeiras e dos tiranos desequilibrados aos quais eles estavam sujeitos. Daniel e seus amigos foram exilados na Babilônia por causa dos pecados de seus ancestrais, mas eles não usaram isso como desculpa para continuarem em desgraça. No lugar disso, eles confiaram em Deus e decidiram viver de acordo com a Sua vontade. Por causa da fé e coragem deles, Deus não apenas os livrou, repetida vezes, de situações difíceis, mas também os usou para provar sua existência e poder aos outros. (Livro de Daniel)
SBB – Despertar

A bíblia nos ensina a buscar sempre a vontade de Deus em todas as situações que vivemos, sejam elas boas ou ruins. Estar no centro da vontade de Deus é estar em paz, fazendo as coisas em paz, sem ansiedade, sem pressão, sem medos. Devemos buscar dia a dia o fazer a vontade de Deus para as nossas vidas, e se ainda não temos clareza de qual é essa vontade voltemos à Ele e perguntemos, perguntemos e perguntemos... até que essa resposta fique clara em nossas mentes e corações, não cessemos de perguntar. Como o filho deseja agradar e amar a seu pai terreno, nós como filhos do Altíssimo devemos dia a dia agradar o Seu coração, fazendo e cumprindo aquilo que ele designou para nós. “Pai Celeste, ajuda-nos a discernir a Sua vontade, dê nos serenidade, sabedoria e coragem para obedecê-la sempre! Em nome de Jesus! Amém!”

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

A humildade e a grandeza de Cristo

Não somos ilhas isoladas; somos parte de um todo, membros do Corpo de Cristo. Se somos parte de uma comunidade amorosa, quando outros se sentem afligidos, também nos sentimos afligidos; quando nos afligimos, outros se afligem conosco. No início do processo de recuperação, talvez precisemos nos concentrar no nosso próprio bem-estar. Mas, à medida que crescemos, temos de ir além do nosso egocentrismo e nos interessar por outros. Precisamos demonstrar as pessoas que machucamos que mudamos. Quando amarmos os outros, descobriremos que os outros nos amarão. À medida que nossos relacionamentos pessoais se fortalecerem, ficaremos livres do jugo do nosso pecado. Jesus Cristo é o nosso modelo de humildade em obediência e serviço. Os nossos pensamentos, atitudes e ações devem seguir o modelo de Cristo. A sua disposição para obedecer com humildade ao seu Pai é um excelente exemplo para nós. Ao fazer um inventário moral sincero da nossa vida, devemos reconhecer, humildemente, as nossas faltas, para podermos começar a mudar os nossos padrões de conduta destrutivos. Se seguirmos a Jesus Cristo com humildade e aprendemos a reconhecer os nossos fracassos sem vacilações, nada poderá deter a nossa mudança. A obediência a plano de Deus é um dos requisitos para o crescimento espiritual. Mas como podemos viver uma vida pura e inocente como a que ele quer que vivamos? Já reconhecemos que somos impotentes perante o nosso pecado; Mas Deus não nos pede apenas que vivamos uma vida piedosa, mas também nos dá poder para obtê-lo. Ele age em nós, dando-nos o desejo de obedecer-lhe e a habilidade para ser obedientes. À medida que vamos conhecendo Deus por meio da leitura da Bíblia e da oração, ele pode nos transformar, começando no nosso interior, de modo que possamos ser luzes resplandecentes para ele.      SBB – Bíblia Despertar



Filipenses 2:1à18
"Por estarem unidos com Cristo, vocês são fortes, o amor dele os anima, e vocês participam do Espírito de Deus. E também são bondosos e misericordiosos uns com os outros. Então peço que me dêem a grande satisfação de viverem em harmonia, tendo um mesmo amor e sendo unidos de alma e mente. Não façam nada por interesse pessoal ou por desejos tolos de receber elogios; mas sejam humildes e considerem os outros superiores a vocês mesmos. Que ninguém procure somente os seus próprios interesses, mas também os dos outros. Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar que Cristo Jesus tinha: Ele tinha a natureza de Deus, mas não tentou ficar igual a Deus. Pelo contrário, ele abriu mão de tudo o que era seu e tomou a natureza de servo, tornando-se assim igual aos seres humanos. E, vivendo a vida comum de um ser humano, ele foi humilde e obedeceu a Deus até a morte — morte de cruz. Por isso Deus deu a Jesus a mais alta honra e pôs nele o nome que é o mais importante de todos os nomes, para que, em homenagem ao nome de Jesus, todas as criaturas no céu, na terra e no mundo dos mortos, caiam de joelhos e declarem abertamente que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus, o Pai. Portanto, meus queridos amigos, vocês que me obedeceram sempre quando eu estava aí, devem me obedecer muito mais agora que estou ausente. Continuem trabalhando com respeito e temor a Deus para completar a salvação de vocês. Pois Deus está sempre agindo em vocês para que obedeçam à vontade dele, tanto no pensamento como nas ações. Façam tudo sem queixas nem discussões para que vocês não tenham nenhuma falha ou mancha. Sejam filhos de Deus, vivendo sem nenhuma culpa no meio de pessoas más, que não querem saber de Deus. No meio delas vocês devem brilhar como as estrelas no céu, entregando a elas a mensagem da vida. Se agirem assim, eu terei motivo de sentir orgulho de vocês no Dia de Cristo, pois isso mostrará que todo o meu esforço e todo o meu trabalho não foram inúteis. Talvez o meu sangue, isto é, a minha vida, seja apresentado como uma oferta junto com o sacrifício que vocês, por meio da sua fé, oferecem a Deus. Se isso acontecer, ficarei contente e me alegrarei com todos vocês. Do mesmo modo vocês também devem ficar contentes e se alegrar comigo."



terça-feira, 16 de novembro de 2010

O ABSURDO E A ESPERANÇA (Jo 20.14-16)

Quando Jesus ressuscitou da morte, apareceu à Maria, mas ela não percebeu com quem estava falando, pensou que fosse uma pessoa qualquer, um qualquer capaz de roubar o corpo de Jesus. Seu desespero e angústia forçaram seus sentidos a perceberem somente o absurdo. Se Jesus morreu, qualquer coisa absurda é possível, estamos reféns da estupidez da história, da ironia do destino. Passamos a conviver com teorias de conspiração. Não há esperança. Então Jesus a chama pelo nome. Docemente chama sua atenção para a realidade. É Ele mesmo ali. Estava escondido atrás das suas sensações de abandono. Estava ali o tempo todo, mesmo quando ela não percebia. Experiência parecida vivemos quando ouvimos uma mensagem que resume a nossa vida. Parece que alguém, além de nós, e às vezes mais que nós, nos conhece muito bem. É Jesus falando o nosso nome. É Ele dizendo que sabe o que sentimos, que conhece nossa história, que está por perto, ao nosso lado. A ressurreição traz a esperança. Quando tudo o que vemos é absurdo, ainda não vimos tudo.
Pr. Alexandre Robles
contato@alexandrerobles.com.br

O orgulho que nos afasta de Deus

Nabucodonosor foi um dos maiores conquistadores da história do mundo. Ele dominou povos de muitas nações, inclusive Judá. Ele teve poder, fama, riqueza e influência. Houve um tempo em que ele até se considerava um deus. Mas, assim como muitos outros, ele não tinha uma coisa de que mais precisava: paz. Suas inseguranças não permitiam a ele estar em paz consigo mesmo. Então, como ele poderia estar em paz com os outros? Ele era infeliz consigo mesmo e hostil com as pessoas ao seu redor. Na verdade, Nabucodonosor nunca descobriu a paz que poderia ter sido achada se ele reconhecesse suas limitações e entregasse sua vida a Deus. Daniel e seus amigos são bons exemplos de como o sucesso e a paz podem ser encontradas por meio da completa dependência de Deus e submissão à Sua vontade. Depois que Sadaque, Mesaque e Abede-Nego saíram são e salvos da fornalha acesa (Dn 3: 19-30), Nabucodonosor percebeu que ele foi impedido por um poder maior. Ele também viu que os três amigos, ao entregarem sua vida a Deus tinham a disposição deles um poder muito superior que nem ele podia atingir. Apesar de reconhecer o poder de Deus, ainda assim o rei permaneceu orgulhoso. Ele continuou a vangloriar-se de sua grandiosidade e achava que apenas ele era responsável pela majestosa cidade de Babilônia. Ele se recusou a reconhecer que todo poder, até mesmo seu poder, era dado por Deus. Desse modo, Deus julgou o orgulho de Nabucodonosor castigando-o com a loucura, e o rei foi arrancado de seu trono. Depois de um tempo, Nabucodonosor voltou-se para Deus e reconheceu seu pecado do orgulho; Deus, então, devolveu seu equilíbrio mental e seu governo, mais uma vez Nabucodonosor foi lembrado que, no final das contas, ele não estava no controle de seu mundo. Infelizmente, parece que ele nunca entendeu de verdade a natureza da submissão a Deus. Ele viu a ação de Deus na vida dos outros e até na sua própria vida. Certamente, ele acreditou na presença e poder de Deus. Contudo, parece que ele não colocou sua vida nas mãos de Deus continuamente, embora ele possa ter experimentado uma convicção religiosa, parece nunca ter experimentado uma conversão espiritual e uma transformação duradoura. No capítulo 4 de Daniel, Nabucodonosor tem um sonho interpretado por Daniel, por meio da sabedoria dada pelo Espírito Santo de Deus. O dramático colapso do rei aconteceria logo, a menos que ele fizesse uma mudança radical na sua vida. De maneira semelhante nós podemos estar indo em direção a uma humilhante experiência se continuarmos a pensar que estamos no controle de nossa vida. Nossa mudança depende da confiança em Deus e da obediência à sua vontade para nossa vida. Mesmo depois da advertência que Deus fez a Nabucodonosor, através da revelação do sonho por Daniel, ele não mudou seu estilo de vida e não deu a Deus o crédito por seu poder. O resultado foi sete anos de uma loucura humilhante. Mas Deus conduziu Nabucodonosor de volta ao trono quando ele se dirigiu a Deus para que o libertasse, ele louvou e reverenciou a Deus, não blasfemou contra Deus por causa dos vários anos de loucura. Quando nós experimentamos um doloroso revés, Deus nos dá uma chance para mudar nossos comportamentos. Deus removerá nosso sofrimento quando tivermos aprendido as lições que ele quer nos ensinar.
“Deus, Pai! Ensina a reconhecer-Te em tudo e em todos em nome de Jesus...”
Vivi

sábado, 13 de novembro de 2010

Ana Rute 9 anos

No último 30/10 nossa princesa primogênita Ana Rute completou 9 anos, louvamos a Deus por mais um ano de vida da Ana Rute na Sua Santa Presença, louvamos a Deus que nos permiti cuidar, amar, amparar, ensinar, zelar pela Ana Rute, ela tem só 9 anos mais tem tamanho de mais velha, é linda, morena cor de jambo, lábios carnudos, meiga, amorosa, manhosa, sensível... é ainda uma flor desabrochando para pré-adolescência. Deus tem nos permitido, nos honrado com a responsabilidade de cuidar dessa jóia preciosa de Seu rebanho, nos escolheu como pais da Ana Rute para ensinar a ela os caminhos e os preceitos D'Ele,  tem nos capacitado para essa importante missão: Ensinar a Ana Rute no caminho que ela deve andar e ainda quando for velha ele não se desviará dele. Não precisamos temer as ondas desse mundo tenebroso, pois ensinando o caminho certo à ela, ainda que velha saberá reconhecer qual é O único caminho a seguir, mesmo quando nós já não estivermos ao lado dela, temos esperança e paz nas promessas do nosso Pai Celeste, que promete estar com ela todos os dias da vida dela. É neste momento que o conhecimento que ela adquiriu ao longo da convivência conosco fará com ela não se desvie do único e verdadeiro caminho para a vida eterna. Por isso a importância que nós pais temos em relação aos nossos filhos, de cuidar deles não só nos preocupando com o pão de cada dia, mais também os alimentando com o alimento espiritual diariamente, levando-os a Igreja, ensinando à eles as verdades bíblicas, e principalmente sendo espelhos de vida cristã para eles. Que nossos filhos e filhas ao olhar para nossas vidas possam ver as atitudes de Jesus Cristo, que nossas vidas expressem todas as verdades bíblicas que ensinamos a eles, e assim eles testemunharam a obra de Cristo em nossas vidas. Que Deus nos abençoe e nos capacite a sermos pais e mães segundo o Teu coração.
Vivi


quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Batizado da Maria Noemi em 31/10 na 1ª IPI Bauru





Somos gratos a Deus por mais esta benção! Ana Rute (nossa primogênita) e Maria Noemi (nossa caçulinha), frutos do amor de Deus pelas nossas vidas! Presentes preciosos de Deus à nós! Amamos e nos comprometemos à elas ensinar o Único Caminho da Vida Abundante que é Jesus Cristo.
Queremos aqui expressar nossa eterna gratidão ao Rev. Gessé Moraes de Araujo, que prontamente atendeu nossa solicitação de batizar nossa pequena... Pastor Amado Gessé nosso muitíssimo obrigado! Deus continue abençoando ricamente seu ministério, seus projetos, sua família... Amamos vcs d++++!!!!
Célio e Vivi


O Trilho Seguro

Certo mineiro contou uma experiência que aconteceu quando trabalhava na mina de carvão. Todos os companheiros o haviam deixado quando, de repente, sua lâmpada caiu e apagou-se. Ficou em completa escuridão, e sua única esperança era encontrar um guia seguro para o elevador. Tateando nas travas, o pé bateu nos trilhos da estrada de ferro pela qual transportavam o carvão. Cautelosamente, foi-se movendo com dificuldade, conservando um pé a deslizar pelo trilho. Depois de muito tempo, chegou ao pé do elevador e pôde dar o sinal para o mandarem buscar. Em pouco tempo, foi elevado para a superfície, saindo para a gloriosa luz do Sol que lhe mostrou o caminho para casa. Confiando naqueles trilhos, em meio à escuridão, encontrou, enfim, o caminho iluminado. Temos, neste mundo escuro e tenebroso, um trilho seguro que conduz à verdadeira luz eterna. É o único caminho certo. Disse o Senhor Jesus: “Eu Sou O Caminho” (Jo 14.6). É o caminho “dos tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Mq 5.2). O bom caminho, o caminho verdadeiro, o caminho antigo, conduz por entre as trevas, mas leva para o alto, chegando finalmente à Luz. Ver o bom caminho, no entanto, reconhecê-lo, e mesmo amá-lo, não é o bastante. Precisamos andar “por ele”. A obediência é a resposta da fé.
ES