terça-feira, 16 de novembro de 2010

O ABSURDO E A ESPERANÇA (Jo 20.14-16)

Quando Jesus ressuscitou da morte, apareceu à Maria, mas ela não percebeu com quem estava falando, pensou que fosse uma pessoa qualquer, um qualquer capaz de roubar o corpo de Jesus. Seu desespero e angústia forçaram seus sentidos a perceberem somente o absurdo. Se Jesus morreu, qualquer coisa absurda é possível, estamos reféns da estupidez da história, da ironia do destino. Passamos a conviver com teorias de conspiração. Não há esperança. Então Jesus a chama pelo nome. Docemente chama sua atenção para a realidade. É Ele mesmo ali. Estava escondido atrás das suas sensações de abandono. Estava ali o tempo todo, mesmo quando ela não percebia. Experiência parecida vivemos quando ouvimos uma mensagem que resume a nossa vida. Parece que alguém, além de nós, e às vezes mais que nós, nos conhece muito bem. É Jesus falando o nosso nome. É Ele dizendo que sabe o que sentimos, que conhece nossa história, que está por perto, ao nosso lado. A ressurreição traz a esperança. Quando tudo o que vemos é absurdo, ainda não vimos tudo.
Pr. Alexandre Robles
contato@alexandrerobles.com.br

O orgulho que nos afasta de Deus

Nabucodonosor foi um dos maiores conquistadores da história do mundo. Ele dominou povos de muitas nações, inclusive Judá. Ele teve poder, fama, riqueza e influência. Houve um tempo em que ele até se considerava um deus. Mas, assim como muitos outros, ele não tinha uma coisa de que mais precisava: paz. Suas inseguranças não permitiam a ele estar em paz consigo mesmo. Então, como ele poderia estar em paz com os outros? Ele era infeliz consigo mesmo e hostil com as pessoas ao seu redor. Na verdade, Nabucodonosor nunca descobriu a paz que poderia ter sido achada se ele reconhecesse suas limitações e entregasse sua vida a Deus. Daniel e seus amigos são bons exemplos de como o sucesso e a paz podem ser encontradas por meio da completa dependência de Deus e submissão à Sua vontade. Depois que Sadaque, Mesaque e Abede-Nego saíram são e salvos da fornalha acesa (Dn 3: 19-30), Nabucodonosor percebeu que ele foi impedido por um poder maior. Ele também viu que os três amigos, ao entregarem sua vida a Deus tinham a disposição deles um poder muito superior que nem ele podia atingir. Apesar de reconhecer o poder de Deus, ainda assim o rei permaneceu orgulhoso. Ele continuou a vangloriar-se de sua grandiosidade e achava que apenas ele era responsável pela majestosa cidade de Babilônia. Ele se recusou a reconhecer que todo poder, até mesmo seu poder, era dado por Deus. Desse modo, Deus julgou o orgulho de Nabucodonosor castigando-o com a loucura, e o rei foi arrancado de seu trono. Depois de um tempo, Nabucodonosor voltou-se para Deus e reconheceu seu pecado do orgulho; Deus, então, devolveu seu equilíbrio mental e seu governo, mais uma vez Nabucodonosor foi lembrado que, no final das contas, ele não estava no controle de seu mundo. Infelizmente, parece que ele nunca entendeu de verdade a natureza da submissão a Deus. Ele viu a ação de Deus na vida dos outros e até na sua própria vida. Certamente, ele acreditou na presença e poder de Deus. Contudo, parece que ele não colocou sua vida nas mãos de Deus continuamente, embora ele possa ter experimentado uma convicção religiosa, parece nunca ter experimentado uma conversão espiritual e uma transformação duradoura. No capítulo 4 de Daniel, Nabucodonosor tem um sonho interpretado por Daniel, por meio da sabedoria dada pelo Espírito Santo de Deus. O dramático colapso do rei aconteceria logo, a menos que ele fizesse uma mudança radical na sua vida. De maneira semelhante nós podemos estar indo em direção a uma humilhante experiência se continuarmos a pensar que estamos no controle de nossa vida. Nossa mudança depende da confiança em Deus e da obediência à sua vontade para nossa vida. Mesmo depois da advertência que Deus fez a Nabucodonosor, através da revelação do sonho por Daniel, ele não mudou seu estilo de vida e não deu a Deus o crédito por seu poder. O resultado foi sete anos de uma loucura humilhante. Mas Deus conduziu Nabucodonosor de volta ao trono quando ele se dirigiu a Deus para que o libertasse, ele louvou e reverenciou a Deus, não blasfemou contra Deus por causa dos vários anos de loucura. Quando nós experimentamos um doloroso revés, Deus nos dá uma chance para mudar nossos comportamentos. Deus removerá nosso sofrimento quando tivermos aprendido as lições que ele quer nos ensinar.
“Deus, Pai! Ensina a reconhecer-Te em tudo e em todos em nome de Jesus...”
Vivi

sábado, 13 de novembro de 2010

Ana Rute 9 anos

No último 30/10 nossa princesa primogênita Ana Rute completou 9 anos, louvamos a Deus por mais um ano de vida da Ana Rute na Sua Santa Presença, louvamos a Deus que nos permiti cuidar, amar, amparar, ensinar, zelar pela Ana Rute, ela tem só 9 anos mais tem tamanho de mais velha, é linda, morena cor de jambo, lábios carnudos, meiga, amorosa, manhosa, sensível... é ainda uma flor desabrochando para pré-adolescência. Deus tem nos permitido, nos honrado com a responsabilidade de cuidar dessa jóia preciosa de Seu rebanho, nos escolheu como pais da Ana Rute para ensinar a ela os caminhos e os preceitos D'Ele,  tem nos capacitado para essa importante missão: Ensinar a Ana Rute no caminho que ela deve andar e ainda quando for velha ele não se desviará dele. Não precisamos temer as ondas desse mundo tenebroso, pois ensinando o caminho certo à ela, ainda que velha saberá reconhecer qual é O único caminho a seguir, mesmo quando nós já não estivermos ao lado dela, temos esperança e paz nas promessas do nosso Pai Celeste, que promete estar com ela todos os dias da vida dela. É neste momento que o conhecimento que ela adquiriu ao longo da convivência conosco fará com ela não se desvie do único e verdadeiro caminho para a vida eterna. Por isso a importância que nós pais temos em relação aos nossos filhos, de cuidar deles não só nos preocupando com o pão de cada dia, mais também os alimentando com o alimento espiritual diariamente, levando-os a Igreja, ensinando à eles as verdades bíblicas, e principalmente sendo espelhos de vida cristã para eles. Que nossos filhos e filhas ao olhar para nossas vidas possam ver as atitudes de Jesus Cristo, que nossas vidas expressem todas as verdades bíblicas que ensinamos a eles, e assim eles testemunharam a obra de Cristo em nossas vidas. Que Deus nos abençoe e nos capacite a sermos pais e mães segundo o Teu coração.
Vivi


quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Batizado da Maria Noemi em 31/10 na 1ª IPI Bauru





Somos gratos a Deus por mais esta benção! Ana Rute (nossa primogênita) e Maria Noemi (nossa caçulinha), frutos do amor de Deus pelas nossas vidas! Presentes preciosos de Deus à nós! Amamos e nos comprometemos à elas ensinar o Único Caminho da Vida Abundante que é Jesus Cristo.
Queremos aqui expressar nossa eterna gratidão ao Rev. Gessé Moraes de Araujo, que prontamente atendeu nossa solicitação de batizar nossa pequena... Pastor Amado Gessé nosso muitíssimo obrigado! Deus continue abençoando ricamente seu ministério, seus projetos, sua família... Amamos vcs d++++!!!!
Célio e Vivi


O Trilho Seguro

Certo mineiro contou uma experiência que aconteceu quando trabalhava na mina de carvão. Todos os companheiros o haviam deixado quando, de repente, sua lâmpada caiu e apagou-se. Ficou em completa escuridão, e sua única esperança era encontrar um guia seguro para o elevador. Tateando nas travas, o pé bateu nos trilhos da estrada de ferro pela qual transportavam o carvão. Cautelosamente, foi-se movendo com dificuldade, conservando um pé a deslizar pelo trilho. Depois de muito tempo, chegou ao pé do elevador e pôde dar o sinal para o mandarem buscar. Em pouco tempo, foi elevado para a superfície, saindo para a gloriosa luz do Sol que lhe mostrou o caminho para casa. Confiando naqueles trilhos, em meio à escuridão, encontrou, enfim, o caminho iluminado. Temos, neste mundo escuro e tenebroso, um trilho seguro que conduz à verdadeira luz eterna. É o único caminho certo. Disse o Senhor Jesus: “Eu Sou O Caminho” (Jo 14.6). É o caminho “dos tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Mq 5.2). O bom caminho, o caminho verdadeiro, o caminho antigo, conduz por entre as trevas, mas leva para o alto, chegando finalmente à Luz. Ver o bom caminho, no entanto, reconhecê-lo, e mesmo amá-lo, não é o bastante. Precisamos andar “por ele”. A obediência é a resposta da fé.
ES

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Deus cuida de seus filhinhos amados!

Conta-se a história de uma enfermeira comunitária que teve uma experiência única, ela cuidou, por muito tempo, de um doente idoso de uma aldeia vizinha durante o período noturno. Em uma tarde, ao deixar o jardim do hospital para seguir caminho rumo ao serviço, veio, dos arbustos, um cão enorme e peludo. Esse cão a acompanhou por todo o longo caminho até a casa do paciente. Então, sumiu repentinamente. Na manhã seguinte, ao iniciar seu caminho de volta, o cão estava de novo ali. Ele não saiu do seu lado até chegar ao portão do jardim do hospital. Isso se repetiu por longo tempo, todos os dias. Suas colegas achavam graça, mas, para ela, aquilo se tornara um fardo. Muitas vezes, tentou espantá-lo, mas ele não se deixava enganar. Finalmente, pediu ao chefe de polícia que se ocupasse daquele cão sem dono. O policial disse, então, que o “cão sem dono” só era visto em sua companhia; durante o dia, não era possível encontrá-lo em qualquer outro lugar. Alguns dias depois, o cão sumiu e não veio mais. Exatamente nessa época, um homem foi preso e durante o seu interrogatório, soube-se que ele queria “levar a enfermeira comunitária para um canto”, mas sempre havia um cão enorme e perigoso com ela, e ele não conseguiu atingir seu objetivo. Esse homem tinha um ódio irrefreável dela, porque ela o havia denunciado por maus tratos aos seus filhos, e as crianças lhe foram tiradas. Por essa razão, ele a queria matar. Esse testemunho demonstra que Deus é infinitamente criativo ao proteger seus filhos! Quantas vezes Deus tem nos livrado dos mais diversos perigos de forma tremenda e inexplicável? Deus tem cuidado de nós todos os dias, desde o amanhecer até o adormecer, Ele zela por nós, porque seu amor é incondicional e imenso. Eu te louvo Pai por tão grande amor por nós!!!
Sua filhinha que se sente tão amada Vivi

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O Castiçal

Ao voltar para casa, Tagil, um jardineiro pobre, encontrou um homem sendo assaltado. Foi em seu socorro, e os dois ladrões fugiram. O homem, rico mercador, possuidor de muitas e ricas peças, premiou o jardineiro que o salvara com um caixa amarela. Tagil foi rápido para casa. O que será que lhe dera o rico senhor? Como a caixa pesava, pensou que seriam moedas de prata. Ao abri-la, porém, ficou desiludido. Era somente um castiçal de metal escuro e pesado. Tagil aborreceu-se. Havia se arriscado para ajudá-lo, lutara e, por fim, ganhara somente aquilo. Atirou-o a um canto, e o objeto ficou rolando pela casa. Sempre que o jardineiro o via, se amargurava mais. O castiçal caiu no terreiro e ficou ao relento; serviu de calço para um móvel e até como martelo foi utilizado. As dificuldades avolumaram-se, e Tagil saiu dali. Foi para outras paragens e deixou para trás o castiçal! Naquela casa, veio um músico. Descobriu o castiçal e tirou o pó e as manchas que o recobriam. Na peça, viu várias figuras. Quanta beleza! Mostrou-o a várias pessoas até que um rico colecionador comprou-o por uma bela fortuna. O que para Tagil era inútil foi uma preciosidade aos olhos do músico. Quantos há no mundo que possuem tesouros incalculáveis ao seu lado, mais que não percebem o que têm. A peça preciosa que Deus nos deu pode ser uma esposa dedicada, uma mãe extremosa, um filho, pais dedicados. Haverá tesouro maior do que os afetos que abençoam uma vida, enchendo-a alegrias? Aproveite ao máximo os tesouros que Deus lhe deu.

Anônimo